sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A Morte
Margarida Coutinho
Aqui está a micro que fiz na escola de Hamburgo.
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
As nossas Manias
Os tempos de criança fogem de nós a sete pés...
Alegrias, Brincadeiras, Trapalhadas, Despreocupações, palavras nossas conhecidas e melhores amigas. E que agora se nos passam ao lado na rua são nos um mero desconhecido. Sim porque agora os nossos maiores segredos pertencem ao Medo, ás Tristezas, e acima de tudo às Confusões.Tal como nos labirintos, a vida é exasperante, onde muitos temem o fim e pergunto-me se a maior parte não o anseiam.
Vive-la ao máximo é o nosso limite e aprender com os nossos erros o principio da mesma.
MJD
segunda-feira, 1 de março de 2010
ZZZ

Quero dormir...(bocejo)...Quero descansar a alma e o corpo. Sou atormentado pelo despertador na manhã e só a noite me traz paz. Sinto os segundos a fugir-me quando durmo, passando demasiado depressa...zzzzz...Estou farto !!! Hoje durmo com um relógio. Pode ser que consiga adormecer o tempo..zzzzz.
Manuel Santos
domingo, 28 de fevereiro de 2010

Por mais que tentem, eu sei que sim. Quem se opuser, que se demova ou se retire, a bem da sua sanidade. Santos são todos, menos alguns. Se estiver ao pé de mim mordo-o, se for ao longe, um pontapé serve para as ocasiões. Mas eu só vi um, espelho meu que se partiu.
Eu perguntei-te, e sabes que não gosto de concorrência.
Pedro R Cal
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Amor
Pedro Dias
Determinação
Pedro Fialho
Rugidos
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Um texto um tanto simbólico (e longo!), que talvez peça uma olhada a um dicionário de símbolos... ou sites parecidos na Internet.
João Serra(s), para começar bem as férias.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Despedida
Olhava o azul do céu, sentindo agudamente a voz do longínquo infinito. Portas abertas, sonhos adiados, à margem dos abismos de água.
Tocou a grade fria, num arrepio cortante daquela manhã de Inverno. Onde estaria que nada dizia, porque não o revia no horizonte que não acaba nunca? E ele que não aparecia, aquele rosto que já se esquecia no silêncio cortante de quem não conseguia mais ouvir aquela voz. E o eco do surdo grito da memória avançou para ela. Agarrou a madeira suja da solidão sem fim e, rodando sobre o seu próprio abismo, fechou a porta da alma que não amanhecia.
cati
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Não precisa de ter título.
Nao sei em quem acreditar.
Rita Dias Cabrita Alves
(Peço desculpa a todos a minha grande ausência. Prometo comentar mais e escrever mais e mais (:)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
xD com bastantes onomatopeias!!
Enjoy....
Pingando
*Ploc* *Ploc* *Ploc*
"Alguém pode desligá-la?"
*Ploc* *Ploc* *Ploc*
"Desliguem a torneira!!!"
*Ploc* *Ploc* *Ploc*
E o sabor salgado ia ficando mais intenso à medida que aquelas pérolas lhe acariciavam as feições...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Caminho preto
Caminhos contínuos, entrelaçados em voltas infinitas, sem destino concreto, definitido ou sequer possível. Uma enorme mancha escura, que se estande na imensidão, onde represento apenas um ponto, agora quem sabe invisível. Barreiras, frio e ódio ligados como ímanes potentes e inseparáveis. Uma força derrubadora de qualquer elo de ligação, a tentar formar-se. Sinto o nada.
Repito só vejo preto.
cati
(desculpem fiquei muito tempo sem escrever nada no blog).
sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Portão aberto
domingo, 24 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Saudade
Foste de viagem e deixaste-me para trás. Quando voltaste já cá não estava. Morri de saudades.
Sombras

Síndrome do Infeliz e Desafortunado Mosquito Transmissor de Doenças
Família e amigos não sabe onde estão.
Pedro Cal
(não acho que esteja bom, mas diverti-me à brava a fazer este texto)
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Novas Tecnologias
- Não te vou permitir! Há tempos que te chamo, mas tu nunca me ouves!
Então a mãe puxa a orelha ao filho, e leva-o para jantar.
Bernardo Viana Maya Vicente
domingo, 17 de janeiro de 2010
Pára.
Marta Garrett :)
sábado, 16 de janeiro de 2010
(sem título)
_
As inscrições na pedra eram nítidas:
"Aqui jaz a Humanidade, desnorteada e abatida face à sua própria salvação."
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
necessidade
cati
Inalcançável
Tentaria alcançá-lo, mas os esforços seriam em vão.
Perdi um coração.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Glória Passada
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Love Letter
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Veia minha, sangue teu
Pedro r Cal
domingo, 3 de janeiro de 2010
A janela
Remexeu no bolso, extraindo um fósforo solitário que usou para acender o velho cachimbo, repetindo assim esse gesto familiar, refeito vezes sem conta durante oitenta e sete anos. Inspirou fundo, sentindo o fumo encher-lhe a garganta. E assim ficou durante muito tempo até que alguém o encontrasse, o cachimbo há muito que se extinguira.
Caía neve!
Pedro Dias
Ao jantar
Margarida Coutinho
As núvens
Margarida Coutinho
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Ano novo, vida nova!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Preocupações
Para abrir os olhos ao acordar teve que fechar o coração ao adormecer.
Esse local
Não há alma sem perdão.
Pedro r Cal
sábado, 26 de dezembro de 2009
A fonte deste viver nem sempre termina em águas calmas.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal!
Neste "mundo ao contrário", o Natal não escapa à avalanche do consumo e blá, blá, blá... Por isso, há que inventar histórias para melhorá-lo. Histórias com palavras por dizer.Um Feliz Natal para o 10ºC!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Estrelas
O Bom do Mau
Esta narrativa foi uma pequena alusão a esta semana que passou..espero que gostem!
domingo, 20 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Quem és tu?
Quem és tu?
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sabes?
Catarina Garcias
PS: já não punha aqui texto há algum tempo. não sei se está alguma coisa de jeito...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
- Um nada, um todo, uma capa. Uma entranha codificada que ao pouco tenta aflorar, onde um vazio profundo é esmagado por superficialidades. Uma vontade e chama há muito perdidas, que talvez resultem num pedaço de algo impróprio, confuso e distante. Um ser desprovido de cor. Digamos que é assim que me sinto…
Com isto suspira, despedindo-se do último reflexo que observara de si próprio.


